"Não sei quem sou, para onde vou. Mas se alguém me perguntar, digo-lhe que sei exatamente o que estou fazendo. Sou dessas.” Resoluta! De gestos sutis e olhares incisivos. Introspectiva em sua poética existencial.... Grande coisa, sempre pensa mais tarde enquanto admite seus próprios limites humanos estúpidos e tenta ser menos abstrata, quem sabe até mais palpável e passível de compreensão. Poucos conseguem.
17.


"Quando estamos diante de algo ou de alguém que é absolutamente precioso na nossa vida, a gente ama. E muitas vezes se surpreende, de novo ou pela primeira vez, com a própria capacidade de amar." — Ana Jácomo (via prosa-poesia)

(Source: hariana, via amores-amaveis)


2 days ago · 996 notes · originally from hariana

(Source: t-r-i-g-g-e-r, via weeeeeeeeeeeeeeeed)


4 days ago · 6,744 notes · originally from t-r-i-g-g-e-r

floresnoasfalto:

awwwwwwwwwn

floresnoasfalto:

awwwwwwwwwn


1 week ago · 84,106 notes · originally from s-epulture

"Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava, pr’eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo. Deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo. Deixa a luz do quarto acesa, a porta entreaberta, o lençol amarrotado mesmo que vazio. Deixa a toalha na mesa e a comida pronta, só na minha voz não mexa, eu mesmo silencio. Deixa o coração falar o que eu calei um dia, deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo. Deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia, deixa tudo como está e se puder, sem medo. Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço, deixa e quando não voltar eu finjo que não importa. Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito pra dizer te ver ir fechando atrás da porta. Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso. Deixa o meu olhar doente pousado na mesa, deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso. Deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa, deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo. Deixa eu enfrentar a insônia como gente grande, deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo. Se o adeus demora, a dor no coração se expande. Deixa o disco na vitrola pr’eu pensar que é festa, deixa a gaveta trancada pr’eu não ver tua ausência. Deixa a minha insanidade é tudo que me resta, deixa eu por à prova toda minha resistência. Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro, deixa eu contar que era farsa minha voz tranquila. Deixa pendurada a calça de brim desbotado, que como esse nosso amor ao menor vento oscila. Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa. Deixa um último recado na casa vizinha, deixa de sofisma e vamos ao que interessa. Deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha, deixa tudo que eu não disse mas você sabia. Deixa o que você calou e eu tanto precisava, deixa o que era inexistente e eu pensei que havia." — Oswaldo Montenegro (via devires)

(Source: breve-notas, via devires)


1 week ago · 438 notes · originally from breve-notas


Salvador, Brazil

Salvador, Brazil

(Source: paxmachina, via devires)


1 week ago · 2,023 notes · originally from paxmachina

(via devires)


1 week ago · 2,866 notes · originally from futura-esposa

afreakbitchinyourtown:

JESOS PAI AMADO ABENÇOA E MULTIPLICA MARIA MÃE DE DEUS 

afreakbitchinyourtown:

JESOS PAI AMADO ABENÇOA E MULTIPLICA MARIA MÃE DE DEUS 

(via acid-sky)


1 week ago · 1,552 notes · originally from g-uys

"- Você acredita em valentia?
- Gosto de ver a valentia em tudo: pássaros, reptéis, humanos.
- Por quê?
- Por quê? Me faz sentir bem. É uma questão de estilo diante da falta total de sorte." — (Charles Bukowski)

(Source: congestus, via quedoceseja)


2 weeks ago · 199 notes · originally from congestus

youknowyourebritishwhen:

The Queen and Prince Philip 60 years later

youknowyourebritishwhen:

The Queen and Prince Philip 60 years later

(via overcoke)


2 weeks ago · 19,553 notes · originally from youknowyourebritishwhen

(Source: theohpioneer, via acid-sky)


3 weeks ago · 1,796 notes · originally from theohpioneer